RUI PIRES CABRAL SÉTIMO DIA Domingo, os lódãos ficam mais sérios no retrato do jardim. Descansam as criaturas, descansa quem as criou, algures longe da vista, longe do coração. Descansa o cão extraviado à sombra … Read More
Luis Manuel Gaspar
LUIS MANUEL GASPAR V A manhã rebate as asas na ombreira; janelas de pau, penumbra e parapeito onde o navio desatado estancou, um fio de oiro captado pelos mastros Aderem os dedos ao pêndulo perdido, … Read More
Rui Miguel Ribeiro
RUI MIGUEL RIBEIRO O QUARTO DIA Se queres saber como era pensa no escuro no interior de um fruto. Em sucessão, da sua força reclusa, conhecem-se duas curvaturas, divididas por duas rotações nas linhas sem … Read More
Manuel de Freitas
MANUEL DE FREITAS POEM OF THE RIVER para a Inês Dias Tinha, desde criança, a fantasia de ir a pé até às margens do Tejo, partindo do Vale de Santarém. Sabia que o rio estava … Read More
Helder Moura Pereira
HELDER MOURA PEREIRA nÃO vOs LEMBrEis DE MiM nEM Da MinHa DOR Nem sequer é corpo, não é corpo que tenha nome, é linha, figura, mera silhueta, está num quadro onde tudo é só água, … Read More
Almeida Faria
ALMEIDA FARIA PRIMEIRO DIA Há trevas à tua volta trevas só sobre esta terra desolada e convulsiva sem sentido nem fim As trevas pesam o dia demora a vir a terra espera há milénios o … Read More
Álex Susanna
ÀLEX SUSANNA NOUS POEMES AMB LA MÀ ESQUERRA (per a Tomas Tranströmer) Cada seu vers, un corriol que ens porta cap on no se sap fins que de sobte ens hi estimbem, enlluernats o a … Read More
Sandra Santana
GUILLERMO PÉREZ VILLALTA – Serie Pabellones Imaginarios. 2010.SANDRA SANTANA siEMPrE Un PasO MÁs aLLÁ, En Las aLtUras, LiBrEs aL Fin DE La COnCatEnaCiÓn DE CaUsas DEL PasaDO DisPUEstas Para EsQUivar EL MistEriO Pero no siempre … Read More
Tomás Sánchez Santiago
TOMÁS SÁNCHEZ SANTIAGO LO MUSITADO Eso que deja abiertas las puertas al sollozo (su voz sin hueso y su tejido roto y escurrido) y todavía hace posible mover entre los dientes la extraña compasión … Read More

